Coisas do Brasil 

Ver para crer

Remeto-lhes a pequena história abaixo pois achei-a muito interessante sobre como as vezes olhamos "o outro", e num gesto talvez de tentar juntar mais as pessoas para uma causa que conhecemos, por mais que a achemos que é boa para TODOS, e esta pode ser de qualquer razão, filosófica, espiritual, esporte, política, profissional, etc.
Esquecemos que devemos agradecer não a todos os mestres, mas sim a todos que conhecemos, no nosso processo de conhecimento e principalmente de auto-conhecimento.


p.s. : isto é meu reflexão de todos os e-mails que já enviei, e que certamente muitos não leram, pois também nunca perguntei se os mesmos gostavam ou não dos assuntos tratados e pela quantidade que eu os enviei.

hk

Segue a história:

"Conta-se uma história entre um discípulo chassídico e seu sócio laico e radical. O primeiro queria muito que o segundo conhecesse seu rabino, o rebe de Lekovitz. O jovem descrente recusava-se obstinadamente. Certa ocasião, o tal discípulo consegui persuadir seu sócio a participar de uma refeição festiva de sábado.
No decorrer do jantar o discípulo ficou surpreso ao ver que o semblante de seu amigo se iluminara de alegria durante a refeição. Mais tarde, perguntou ao sócio por que ficara tão comovido, e este comentou: 'Quando o rebe comia, parecia o Sumo Sacerdote à época do Templo diante do mais sagrado sacrifício'.
Não tardou muito e o discípulo, bastante perturbado, procurou o rabino, querendo saber por que uma pessoa descrente, em sua primeira visita, conseguiu ver algo que os demais, seus amigos e seguidores, não haviam visto. O rabino explicou: 'O outro precisava ver, o discípulo precisa acreditar!'."

O cachorro

Um açougueiro estava em sua loja e ficou surpreso quando um cachorro entrou.
Ele espantou o cachorro, mas logo o cãozinho voltou.
Novamente ele tentou espanta-lo foi quando viu que o animal trazia um bilhete na boca.
Ele pegou o bilhete e leu:
"Pode me mandar 12 salsichas e uma perna de carneiro, por favor"...

Ele olhou e viu que dentro da boca do cachorro havia uma nota de 50 Reais.
Então ele pegou o dinheiro, separou as salsichas e a perna de carneiro, colocou numa embalagem plástica,junto com o troco, e pôs na boca do cachorro.
O açougueiro ficou impressionado e como já era mesmo hora de fechar o açougue, ele decidiu seguir o animal. O cachorro desceu a rua quando chegou ao cruzamento, deixou a bolsa no chão pulou e apertou o botão para fechar o sinal. Esperou pacientemente com o saco na boca até que o sinal fechasse e ele pudesse atravessar a rua.
O açougueiro e o cão foram caminhando pela rua, até que o cão parou em uma casa e pôs as compras na calçada. Então ele voltou um pouco, correu e se atirou contra a porta.
Tornou a fazer isso. Ninguém respondeu na casa. Então, o cachorro circundou a casa, pulou um muro baixo, foi até a janela, e começou a bater com a cabeça no vidro várias vezes. Depois disso, caminhou de volta para a porta, e foi quando um cara enorme abriu a porta e começou a bater no cachorro.
O açougueiro correu até o homem e o impediu dizendo:
- "Por Deus do céu homem, o que você está fazendo? O seu cachorro é um gênio!"
O homem respondeu:
- "Um gênio? Esta já é a segunda vez esta semana que este cachorro estúpido ESQUECE a chave!!!"

Moral da História:
"Você pode continuar excedendo as expectativas, mas aos olhos de algumas pessoas, você estará sempre abaixo do esperado....."

texto de autor desconhecido.

Uma sugestão para a revista Ciência Hoje

Obrigado por escrever, Kennedy. É curioso: esta semana mesmo um outro leitor
nos escreveu sondando sobre essa tecnologia.

Ainda não adotamos esse recurso, mas vou levar essa proposta à direção de
Ciência Hoje, para mantermos justamente esse pioneirismo que você menciona
em sua mensagem.

Um abraço,
_________________________________
Bernardo Esteves
Editor da Ciência Hoje On-line
http://www.cienciahoje.org.br/
Av. Venceslau Bras, 71 - casa 27
22.290-140 - Rio de Janeiro/RJ
Fone: (21) 2109-8999
Fax: (21) 2109-8958

----- Original Message -----
From:
To:
Sent: Tuesday, May 31, 2005 11:27 AM
Subject: Aglutinadores - RSS, Feeds, XML, ATOM.


Gostaria de saber se vocês já estudam o uso de "Feeds" para as ferramentas
existentes no mercado, os chamados "aglutinadores".
Seria muito bom já termos o site "Ciência Hoje" com o uso dessa poderosa
tecnologia, pois ao invés de irmos até a informação, a informação é que virá
até nós, os leitores. Não acarretará maior tráfego na rede, pois o que é
enviado do servidor para o cliente é apenas textos, no formato XML
(padrão:w3c, o mesmo que regula os padrões da WWW). E sobretudo, a Microsoft
não irá "brigar" mais por um formado proprietário, o que fará este tipo de
ferramenta com um futuro muito promissor.
Trabalho numa empresa que ainda não implantou esta tecnologia, pois o número
de "clientes" internos é próximo de 10.000, e ainda não temos - que eu
saiba - um software cliente no idioma português, o que seria muito mais
eficaz. Mas nada melhor de que já prepararmos-nos para o futuro. Ainda
gostaria de parabenizá-los pela revista CH eletrônica, e que sempre foi
pioneira no Brasil em matéria de Internet.

atenciosamente,

Haroldo Kennedy Clebicar Nogueira . hkclebicar@yahoo.com

A visão dos preceptores

Parte I

Desculpem-me estar enviando este texto novamente (para os que tiveram oportunidade de ler! Em 05/10/2004).
Mas este assunto foi abordado novamente na palestra do médico Dráuzio Varella (15/02/2005), quando um dos expectadores fez a seguinte pergunta:

O que o Sr. acha das muitas faculdades de medicina sendo criadas e a qualidade do ensino das mesmas sendo duvidosas?

Ele respondeu prolongadamente e ressaltou que "para fazer residência os médicos devem fazer uma prova tão difícil quanto um vestibular, e que somente os melhores dos melhores passam nesta prova...E que segundo ele, o método de seleção de residência deveria ser mudado, num país que cresce tanto ( 1970 -> 90milhões; 2005 -> 180 milhões de brasileiros)”.


HK


Parte II

Deu para entender que até para a relação de "trainee" (ou estagiário) e "Mentor" (ou preceptor) deve existir uma via de mão dupla. Ou seja, o estagiário procura saber o que interessa ao preceptor e o que ele quer aprender. Para o preceptor, este já perceber através da entrevista o que vai "trocar" com o estagiário.


Já conversei muito com os chamados "preceptores" e um deles mostrou-me com clareza de detalhes como é o julgamento para receber um "estagiário". No caso dele, era na área de medicina, e a palavra mais certa seria usar "residente".

Eles fazem algumas perguntas para preencher as lacunas dos itens requeridos:

· se o candidato trabalha para sustentar a casa ou é arrimo de família. Uma resposta positiva neste caso é a eliminação do candidato pela simples razão de que "...o mesmo não terá tempo para estudar as novas práticas e ainda ficará esgotado fisicamente, pois geralmente ele ainda terá outra residência para complementar os ganhos...".
· Se o candidato pode ter um tempo total comprometido com a residência, já são alguns pontos a favor.
· Se o candidato é brilhante (observe que não uso o antigo termo QI, para não confundir!), ele pode fazer tantas residências que quiser, este é o candidato que quase todo preceptor deseja!
· Veio de uma instituição de conceito elevado, já são alguns pontos a favor, deste que não seja do primeiro item.
· Veio de uma instituição de baixo conceito, o nome vai para o fim da fila, deste que não seja do terceiro item.
· Pessoas brilhantes, profissionalmente falando, vêem de qualquer lugar, pois quem faz o aluno é ele mesmo, não depende de um professor ou instituição.
· Candidatos com experiência anterior, em alguns casos os pontos são a favor, em outros contra. Esta é uma questão a ser analisada mais pelo perfil do receptor, pois alguns vêem o sujeito que já trabalhou em outra instituição, como uma pessoa que vai trazer experiências conflitantes com seu modo de pensar... Outros pensam o contrário, é com a diversidade de pensamento é que podemos ter mais soluções para problemas que surgirem.

Mas a minha opinião sobre este último item é que temos que ainda dividir as empresas no Brasil, nas que investem em criatividade e as que acham que isto é para agências de publicidade... Eu penso que aqui no Brasil, a maioria está na primeira ala: quer profissionais que simplesmente façam, como na história de "A mensagem para Garcia", escrito no final do século XIX, mas muito atual. Mas atenção senhores leitores, ela também está em inglês.

E isto funciona para qualquer empresa privada, seja nos EUA ou no Brasil. Se a pessoa é brilhante, ela tem as portas abertas para qualquer emprego.


Pós-escrito:

Apesar de ter enviado o texto: [b] How Mentors Can Help You [/b] , considero-o o uso dele igual a fazer comida. Se colocarmos muito tempero a comida ficará com gosto forte, se colocarmos menos, a comida ficará sem gosto...Devemos usar o tempero na medida certa, ou deixar cada colocar a pitada que achar conveniente para si mesmo.

Gostaria de ter tido um Mentor ou algo parecido, principalmente porque não me considero uma pessoa com habilidade social suficiente apto.

Sobre o vício e ser bonzinho demais (ou virtuoso demais!)

O Vício corrige melhor do que a virtude. Suporte um viciado e você tomará horror ao vício. Suporte um virtuoso e logo você odiará a virtude inteira.


Tony Duvert

Abecedário Malévolo

Sei que meu irmão gêmeo detesta ler. Quando ele tem que "ler" algum livro, quem lê em voz alta para ele é a sua esposa. Um dia ele me disse: "Eu detestaria viver ao lado de uma pessoa muito boazinha. Talvez ficasse até com raiva dela por ela ser tão boa e eu não..."

A melhor interpretação do que a vivência dele queria me dizer encontrei no texto acima.

Sem comentários, pois eu também não sou santo nem bicho, tenho um monte de defeitos!

Aproveite melhor seu tempo

Gosto muito de um escritor americano chamado [b]Stephan Jay Gold[/b]. Ele faleceu de em 2002. Gold foi o cientista que mais fez divulgação científica nos tempos modernos. Escreveu seus ensáios inenterruptamente por mais de 10 anos num jornal americano. Quase todos estes ensaios foram reunidos por assunto e publicados em livros como(em português): Viva o Brontossauro, Um dinossauro no palheiro, Pilares do Tempo, A Falsa Medida do Homem -que toda escolha de 2o. grau deveria adotar como livro de leitura -, Um Ouriço Numa Tempestada, A Galinha e Seus Dentes, O Sorriso do Flamingo, Vida Maravilhosa, O Polegar do Panda, A Seta do Tempo e o Ciclo do Tempo, etc...
Em 1982, quando foi diagnosticado um tipo raro de câncer em Gold, este perguntou ao médico o nome da doênça que ele tinha e quanto tempo de vida lhe restava, o médico respondeu um nome que ele teve que pesquisar, e o tempo: 8 mêses. Sobre o tempo médio de vida de quem tinha a tal doença, mesothelioma, ele disse que apenas não estaria na média, e sim na mediana, ou seja, ele iria lutar contra a matemática da média de 8 mêses, e tentar entrar na mediana, ou seja,viver mais tempo do que lhes deram como a média de vida. Com isto em mente, ele fez um ensaio chamado: [b]"A mediana não a mensagem, na tradução para o português" [/b] . Que explica sua doênça e as questões matemáticas envolvidas no cálculo. E tenta explicar ao leitor o significado dos termos matemáticos como: média, mediana, desvio padrão, etc... Ele acabou falecendo de outra doênça, não relacionada com a primeira: o adenocarcinoma pulmonar.

Ele era PhD em Paleontologia, Geologia e Aoologia. Um dia um jornalista de uma emissora famosa perguntou lhe como conseguiu tanto tempo para executar tantas coisas, ( um PhD nos EUA leva pelo menos 5 anos de dedicação), ele respondeu: "Apenas não vejo televisão!".

Então meu jovem que lê este artigo, não desperdice seu tempo com um monte de asneiras que a TV e a Internet tenta nos jogar guela abaixo, seja criterioso e seletivo no que você lê. Ler como divertimento, é como escolher um parceiro(a) para se divertir numa noite ou em férias. Escolher um texto, ou matéria para colocar todo o seu foco é mais parecido quando você vai escolher a mulher/homem da sua vida, aquela que vai compartilhar seu tempo até você ficar velhinho, não pode ser qualquer um(a).



Alguns sites para pesquisa e aprimoramento pessoal:

[b]O melhor software aglutinador do mercado: OmeaReader. [/b]
Um jornal OnLine de graça: O Globo
Enciclopédia Eletrônica em Inglês: wikipedia
Uma revista pioneira no Brasil em divulgação científica em português: Ciência Hoje
Um exemplo de como NÃO seguir uma ordem superior: Message to Garcia
Um dicionário em inglês britânico: Cambridge Dictionary
Um site para dicas no trabalho: Auxiliar OnLine
Um ótimo blog: Primado do Opinante
Um site sobre segurança da informação: Lockabit
Um dicionário dos séticos em português: skepdic.
Um dicionário de falácias em inglês: www.fallacyfiles.org.

Sapo fora não ronca aqui!!

Sobre o texto: [b]O SAPO DE EINSTEIN[/b]



O texto da Sra. Mariângela Pereira de Albuquerque (maryfromcanada2001@yahoo.com) seria bom se ela vivesse no Brasil e no Rio de Janeiro, ao invés de ter ido embora para o CANADÁ, pois "Sapo fora não ronca aqui!".
Tenho irmão que mora no Rio de Janeiro. E a situação do Rio infelizmente deteriorou-se desde que se reinstalou-se a "democracia" no Brasil com o falecido Sr. Tancredo Neves, que sequer chegou a ocupar a presidência. Assim em nome de um um país livre, sem ditadura, imprensa livre, confundiu-se democracia com a anarquia plena. Principalmente na cidade do Rio de Janeiro, que o Sr. Brizola também, confundiu mais ainda o militar, que teria que fazer o patrulhamento extensivo, com “ditadura”. Todo morador do Rio sabe perfeitamente que ele ordenou aos comandantes dos quarteis militares a “Não subirem nos morros”. E isto foi o que fez o Rio ser o que é hoje. Professia comprida e prevista pelo Sr. Presidente João Batista Figueredo.
A profecia era: “Chegará um dia em que o morro descerá as ruas...”. E este tempo já chegou a muito tempo, e não foi no governo LULA. Figueredo não tinha medo nem da direita reacionário, nem da esquerda zomza de tomar café nos bares de intelectuais. Ele tinha mêdo da população dos morros, de como controlá-los, já que a igreja católica, é contra o controle de natalidade. Mas esta muito atrazada apoiou o movimento de “Diretas Já”, não foi tão rápida quanto em 64 para apoiar o golpe militar.
Para finalizar, sugiro que a Sra. Mariângela Pereira de Alburquerque, venha a morar novamente no Rio de Janeiro, ou em São Paulo, onde os índices de criminalidades são tão altos quanto os do Rio, mas sempre expurgados, como a ditadura expurgava os indices negativos de inflação. E quando ela estiver no Brazil, digo, Brasil, e não no Canadá, ela lembrará que ela pode se queixar dos políticos brasileiros, mas não pode incomodar ninguém do crime organizado diretamente, pois eles estão agindo em conjunto com políticos ligados ao Congresso Brasileiro, sem sombras de dúvidas. Basta ver as leis que nossos políticos aprovam no congresso: “leis que dizem que os bancos devem ter portas giratórias, os empregados de serviços de segurança devem ter coletes a prova de balas, etc…”. E depois pesquise em nome de quem estas firmas estão, ou quem são seus sócios, seus investidores. Veja quem realmente está lucrando com o aumento da violência: políticos velhacos que participam dos lucros de empresas de materiais de segurança, ex-coronéis que montaram de empresas de segurança, a indústria de seguro, de automóveis, imobiliária,
de celulares…, tudo hoje é visto com o foco da segurança, mas quem verdadeiramente lucra com a INSEGURANÇA DA POPULAÇÃO?

p.s.
Não me considero de direita, nem reacionário, sobre a idéia de democracia, ela é muito boa para países pequenos e com a população instruída. Se tivéssemos uma população com acesso a educação (1o.2o e 3o graus), poderíamos considerar os estados brasileiros como pequenos países. Mas como ela não é, o que temos são pequenos feudos e muitos vassalos...é só ver os noticiários atuais sobre corrupção generalizada nos estados e suas assembléias...

Amigos...

Escolhi meus amigos não pela pele ou outro arquétipo qualquer, mas pela pupila.
Tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante.
A mim não interessam os bons de espírito nem os maus de hábitos.
Fico com aqueles que fazem de mim um louco e santo.
Deles não quero respostas, quero meu avesso. Quero-os santos, para que não duvidem dos diferentes e peçam perdão pelas injustiças.
Escolho meus amigos pela cara lavada e pela alma exposta.
Não quero só o ombro ou o colo, quero também sua maior alegria. Amigo que não ri junto não sabe sofrer junto.
Meus amigos são todos assim: metade bobeira, metade seriedade. Não quero risos previsíveis, nem choros piedosos.
Quero amigos sérios, daqueles que fazem da realidade sua fonte de aprendizagem, mas lutam para que a fantasia não desapareça.
Não quero amigos adultos nem chatos.
Quero-os metade infância e outra metade velhice.
Crianças para que não esqueçam o valor do vento no rosto e velhos, para que nunca tenham pressa.
Tenho amigos para saber quem eu sou, pois vendo-os loucos e santos, bobos e sérios, crianças e velhos, nunca me esquecerei de que normalidade é uma ilusão estéril.
Oscar Wilde


Belo Horizonte, 03 dezembro de 2004, sexta-feira.

O texto acima enderecei-o para o amigo oculto feito nesta data, na empresa onde trabalho há 22 anos. Sou exatamente o contrário do texto do Oscar Wilde. Apesar de ter adquirido e aprendido com o tempo uma intuição muito grande, não a coloco em prática na maioria das vezes. Pois me carece ou carecia de segurança no que aprendi. Mas depois de muitas decepções, comecei a pratica-la (a intuição sobre os amigos

O problema do mundo...

"O maior problema que temos no mundo é a mentira...
a falta dela!".
(Nelson Rodrigues)

Site sobre segurança

Neste site tem os artigos mais recentes sobre segurança de redes, web, redes ad hoc, os melhores softwares snifers, quebradores de senhas, e os endereços dos principais sites de hackers do mundo.
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