Coisas do Brasil 

Procurando patrocionadores

Bom dia Sra. F,

por favor, este texto que lhe envio abaixo, simplesmente é para a Sra. entender o "porquê" eu a procurei sobre a nova tecnologia de RSS ou FEEDS, para a INTRANET, mediante o uso de um software cliente. Nada mais do que tentar indicar o caminho para a pessoa (ou departamento- EX) corretos e com pêso de patrocionadores.

obrigado,

h.k.

O texto abaixo, eu o redigi no documento: "Pesquisa sobre Desenvolvimento de Sistemas Metodologia e Qualidade", no espaço livre para escrever, com algumas correções.
Caso achem pedante e não quiserem ler, apertem a tecla de resumo: "Del" .

INÍCIO:
Uma das maravilhas do mundo antigo foi os jardins suspensos da Babilônia. Num lugar projetado para ser belo e com muitas flores, seria inimaginável um processo barulhento ou com os escravos lenvando água para os jardins suspensos. Hoje não se sabe como os “engenheiros” da época resolveram o processo de bobeamento da água. Num dos documentos achados a pouco tempo, apararece o desenho de uma determinada palmeira, nativa do local. Esta árvore é ainda encontrada na região. Ela tem uma singularidade: sua casca tem um contorno que é muito parecido com uma aspiral. O sistema digamos, está parcialmente documentado, mas a ligação cultural da palmeira com o processo de bobeamento se perdeu com o tempo. Uma das teorias é que sobre o famoso documento, é que a palmeira é simplesmente a representação da rosca-sem-fim, inventada 700 anos depois pelo famoso Arquimedes. Este sim documentou com precisão sua rosca-sem-fim.
Em resumo, temos que documentar as tecnologias usando mais que simples referências tecnológicas, mas as também as referências culturais nossas e de nosso tempo, pois literalmente “o futuro estará sempre na nossa frente!”. Nossas idiossincrasias são responsáveis pela nossas idéias criativas, nossos erros, mas ao mesmo tempo podem fazer que uma boa idéia ficar perdida no tempo, esperando ser reativada, pelo desconhecimento que um dia o "outro" terá fazer uma “releitura” sobre nossa pessoa e a cultura local onde estávamos inseridos (tempo, espaço e cultura - crença, valores, etc.).
Um antigo cientista inglês da 2a. guerra mundial, que agora não me lembro o nome (o professor de Freeman Dyson), disse que: “Não podemos ser conhecidos pelo que criamos, existem os que constroem e criam e os que tomam a decisão de implementar as idéias”. Temos que acharmos uma pessoa com visão e poder de decisão e ventilarmos as idéias para que estas possam serem implementadas.
A questão de sermos (no caso eu) ou não a pessoa que deveria levar estas questões à tona (entenda-se: respeitabilidade), fica irrelevante diante de um mundo tão cheio de informações e imagens, tendo nós que fazermos o processo inverso: o de filtrar este mundo de informações, e saber qual será relevante ou não para nosso desenvolvimento, tanto pessoal, tanto profissional.

h.k.
Referências Bibliográficas: "Mundos Imaginados" - Freeman Dyson

Santa inversão de valores...

Alváro Pereira Júnior se supera mais uma vez com essa excelente coluna! Dêem uma lida!

Três "entrevistas" com três "supergênios 3 do Brasil"
Entrevista do diretor de cinema David Fincher a uma
revista inglesa.


Revista - A maioria de seus filmes traz uma espécie de
mensagem subjacente, mas "Quarto do Pânico" é só um
thriller. Você não quis arriscar?
David Fincher - (...) Tudo bem, não é mesmo um filme
sobre pessoas ou problemas reais. É sobre convenções
de thrillers e de suspense. O espectador encontra uma
mulher, ela visita uma casa, compra-a no mesmo dia e,
na cena seguinte, três caras já a invadem. Sabe como
é, isso não é vida real. Vamos ser honestos, não é
Bergman.

[alusão a Ingmar Bergman, diretor de clássicos
como "O Ovo da Serpente" e "Morangos Silvestres]".
Além de "Quarto do Pânico", Fincher dirigiu "apenas"
"Clube da Luta", "Seven - Os Sete Pecados Capitais" e
"Alien -3". Ainda assim, é capaz de uma resposta
honesta como a que você leu acima.
Imagine, agora, a questão parecida a alguns "gênios"
brasileiros. Veja como eles responderiam:


Revista pergunta - Carlinhos Brown, a maioria de seus discos
trazia uma espécie de mensagem, mas este último parece
mais comercial, feito para vender. Você não quis
arriscar?
Resposta de Carlinhos Brown - A transcontemporaneidade do fator
interétnico nos acordes globais é irreversível, só não
enxerga quem não quer. Diante de uma
retropotencialização de elementos afromultinacionais,
arquitetei o batuque do balaco, o megatambor pulsante
que nos projeta acima da velocidade da luz, rumo a um
idílio sonoro-musical junto de Zeus, Ogum, Ganesh e
outras divindades de uma era centrada no cyberCandial.


Revista pergunta - Caetano Veloso, a maioria de seus discos
trazia uma espécie de mensagem, mas este último parece
mais comercial, feito para vender. Você não quis
arriscar?
Resposta de Caetano Veloso - Quem é você para me fazer essa
pergunta? Sabe quem eu sou? Se não fosse por mim, não
haveria indústria fonográfica no Brasil! Eu e Gilberto
Gil afrontamos o monolítico establishment cultural
brasileiro com a tropicália, criada por NÓS. Não há
solução possível para uma estética genuinamente
brasileira, além dos parâmetros fixados por MIM. Vá
dizer ao imbecil de seu chefe que ele planejou essa
pergunta para me destruir, mas que EU sou mais forte e
eterno, e ele que se coloque no seu lugar. Canalha!


Revista pergunta - Arnaldo Antunes - , a maioria de seus discos
trazia uma espécie de mensagem, mas este último parece
mais comercial, feito para vender. Você não quis
arriscar?
Resposta de Arnaldo Antunes- Venda. Vivenda. (Vi)venda. Para
re-vender. Vencer. Con-vencer. (Con-m)vencer.
(Sem)vencer. Quem vence a convenção? Não convém
vender. Vencer a convenção. Quem?




Meu comentário:
Certa vez num lançamento de um dos filmes de Carlitos, estava também Albert Einstein entre os que iriam assistir o filme. A coincidência de 2 gênios de diferentes cátedras do conhecimento humano.

Um dos jornalistas publicou a seguinte mensagem em seu jornal:


"O encontro de gênios: um é gênio por fazer com que todos o compreendam, o outro é gênio porquê ninguém o compreende!"


Nós sabemos que o senhor Alváro Pereira Júnior, está simplesmente satirizando o americano em relação aos brasileiros, pelo simples fato de não sermos tão objetivos quanto os norte-americanos. Mas, também é sabido a riqueza da nossa improvisação e flexibilidade em relação aos mesmos. Na minha opnião aqui, se uma pessoa com a imagem dos 3 citadas responder objetivamente uma questão, o público ou os críticos de plantão acharam que eles não são "intelectuais", assim não venderam seu peixe. Ao contrário do americano, se ele não for objetivo para o público dele, sua mensagem não chegará ao público alvo, e conseqüêntemente não venderá seu peixe. Santa inversão de valores...

The "roadtrain" - Golpe da Nigéria - 4 - 1 - 9

A resposta abaixo me foi enviada pelo FBI, pois estava recebento e-mails de pessoas querendo que eu fizesse um favor para elas...É o velho golpe do "João sem braço". Quando te enviarem menssagens convidando para ganhar dinheiro, NÃO RESPONDA, principalmente fornecendo informações pessoais. O que me deixa surpreso é a rapidez que algumas empresas respondem nossa solicitação...na empresa em que trabalho, imagino na melhor das hipóteses, que eles tem mêdo de se comprometerem e gerar "passivo trabalhista".


Veja mais em: [b]Golpe da Nigéria[/b]

Fraude do Adiantamento de Taxas - Wikipedia
Snopes.com
Crimes de Persuasão
Quatloos!
Nigeria - Site da Coalizão 419
Better Business Bureau
Federal Trade Commission
Serviço Secreto dos Estados Unidos
419 Eater (um site do spam scam scam)
Nigerian spam scam scam de Dean Cameron


Dear Mr. Nogueira, Wed 12/05/2004 10:13

THIS IS NOT AN AUTOMATED RESPONSE

Thank you for your submission to the FBI Internet
Tip Line. In as much as the FBI receives reports
of this type of activity on a regular basis there
is no need to forward any such additional emails
to us.

A review of the information you provided revealed
that you are being approached over the Internet to
participate in one of many variations of an
advance fee scheme being perpetrated by
individuals from various West African nations,
particularly Nigeria. This scam has also become
popular and perpetrated by individuals all over
the world, including in Korea and the UK.
Victims have lost substantial funds in the past
and all requests for travel to foreign locations
should be ignored. The United States Secret
Service (USSS) has developed an excellent,
detailed description of this fraud scheme, which
can be accessed at
www.secretservice.gov/alert419.shtml. If you have
been victimized by one of these schemes, please
forward appropriate written documentation to the
USSS, Financial Crimes Division, 950 H Street, NW,
Washington, D.C. 20223, or contact them via
telephone at (202) 406-5850. We encourage you to
share this Web page with family and friends. Your
continued cooperation in this and other matters is
greatly appreciated.

You do not need to forward the emails to us. If
you have not, simply delete them from your
computer. Also, if you know that you are
receiving spam mail, it is advisable not to open
them, because even if you do not reply, the sender
has validated your email address. And, you may
get other spam mail.

For your information, the Internet Tip Line was
created on 9/11/01, in response to the terrorist
attacks upon America. We quickly established a
mechanism for the public to submit information to
the FBI via the Internet. Our operation is
completely automated and paperless. Submitted
tips are received immediately, reviewed within
minutes and prioritized by trained Professional
Support personnel, and Agents set action leads
within the hour, as appropriate.

We encourage you to share this information with
your family, friends, and co-workers, and
encourage them to not hesitate to submit
information they may deem of interest to the FBI.

IMPORTANT - NOTE THE FOLLOWING:

The FBI does not maintain an email address to
submit information or attachments to directly;
therefore, please do not reply directly to this
message via your email client. The FBI maintains
an automated system that is designed to track all
information received, to ensure that all tips are
addressed in a timely and efficient manner.
Therefore, please visit the FBI.GOV Web site again
should you have occasion to submit additional
information. We WILL NOT open or respond to
"reply" email.

Trabalho em equipe

Em 1982, trabalhava como escriturário no Banco Real. E já havia 2 anos que eu trabalhava com aquela turma, já os conhecia todos e vice-versa. Tinha começado como contínuo e em 6 mêses já haviam me colocado para fazer serviços no setor de compensação.
Trabalhava junto com um colega dentro de uma sala muito pequena, o suficiente para duas pessoas. Era o cofre e 2 mêsas. Trabalhava 6 horas por dia, entrava ao meio dia e saía às 18:00. O horário crítico para mim era entre 04:30 e 05:00 horas, quando o malote para levar ao Banco do Brasil já deveria estar pronto e todos os cheques separados por um código, cada banco possuia um número.
Trabalhava o ano inteiro naquela sala, a do cofre. Quando saía era para tomar café ou levar o malote para o Banco do Brasil, para a troca dos cheques com os outros bancos. Nesta hora, conversava com outras pessoas de outros bancos.
Quando chegou julho de 1982, era a copa do mundo da Espanha. Os horários comerciais foram modificados em função dos jogos do Brasil. No primeiro dia, meu colega levou sua televisão preto e branco. Pensei comigo, no próximo jogo levarei a TV 10 polegadas COLORIDA, lá de casa. Quando foi o 2o. jogo, levei-a para a tesouraria. Passado um tempo, me avisaram que o gerente estava querendo falar comigo. Enquanto caminhava na direção da áreas dos gerentes, pensei: será que não vou poder usar a TV para assistir os jogos? Mas logo que o gerente me fez a primeira pergunta, minha pergunta foi respondida. O gerente me perguntou se eu trocaria a TV colorida com a TV preto e branco que eles tinham na gerência. Respondi que não. Daí ele me fez outra pergunta: Se eu gostaria de fazer o serviço de compensação na mesa dele, e com isto trazer a TV para lá também. Se aceitasse, me deixaria numa situação mais delicada com os meus colegas, já que eles também viam os jogos através dela. E era naquele espaço apertado que eu e meu colega trabalhávamos o ano inteiro, por que escolhiria mudar só para agradá-lo uma vez e desagradar quem eu trabalhava lado a lado e era meu colega das boas e más situações? Disse repetidas vezes ao gerente que não, apesar das múltiplas chatagens emocionais que aplicou. Sou cabeça dura neste sentido, não faço nada para agradar os outros, caso não me agrade ou não seja por um motivo justo. Dentro de 7 mêses a contar com aquela data, entraria para a uma empresa de distribuição de energia, e esperava que este tipo de chantagem fosse corriqueira na nova empresa que iria trabalhar. Trabalhei como aprendiz no primeiro ano nesta empresa, e fui efetivado como eletricista muito rápido, em termos de outros colegas aprendizes. Sempre tentei fazer as escolhas corretas na minha vida, mesmo que isto me prejudicasse momentâneamente.

Muito além da técnica

Haroldo, muito obrigado pela sua atenção: o ato de registrar idéias só faz sentido quando aparecem entusiastas e seguidores. Muito obrigado. Quanto ao texto eu procurei dar a ênfase forte em técnicas e não só em intuição, portanto a frase está correta pelas minhas intenções. Estou cansado de ver o uso da intuição sem nenhuma base técnica dar com os burros na água. Minha crença diz que existem técnicas, aprenda-as e melhoraras fortemente tua intuição.


Forte abraço

Pedro Mandelli



De: Haroldo Kennedy C. Nogueira
Enviada em: sexta-feira, 20 de maio de 2005 17:12
Para: mandelli.cons@uol.com.br
Assunto: Muito além da técnica
Prioridade: Alta

Boa tarde Sr. Mandelli,

Comprei o seu livro: "Muito além da hierarquia" há 2 dias. Estou na página 117, pois trabalho de dia na CEMIG, e cuido sozinho de minha filha de 3 anos. Somente tenho tempo para ler, depois que ela dorme. Sábados e Domingos eu não consigo ler. Até à página atual estou gostando muito do livro. Vou recomendá-lo a meus amigos e colegas.

Mas não estou somente enviando este texto para elogiar seu livro, pois o mesmo já está na 5a edição. É certamente um sucesso editorial com certeza. Estou com uma dúvida que somente o sr. pode solucionar:

na página 104, da 5a. edição, o sr. diz: "Mobilizar equipe não é algo intuitivo, é algo técnico, que lida com o comportamento humano e, portanto, está sujeito a muitas variáveis." As palavras acima grifadas não estariam invertidas?

Digo isto porque nos últimos tempos tenho lido muitos livros e filmes sobre liderança, tais como:

"Sobre o ar rarefeito" - Krakauer - sobre a trágica escalada do Evereste em 1996, e o livro da expedição do alpinista russo.

"Shacketon" - pelo menos 4 livros, do próprio Shacketon, do fotógrafo da expedição, do imediato, e uma coletânea feita por uma pesquisadora, com a somatória de todos os relatos dos tripulantes.

"Alexandre, o Grande" - de Heródoto, o pai da história e uma outra fonte, além de ter visto o filme.
"O mestres dos mares" - que apesar de ser um romance de época, ele traz o perfil de um comandante intuitivo.
"Ramsés" - que governou o Egito por 60 anos, e escolhia seus coordenadores por pura intuição, seu reinado durou 60 anos.

"Zen - A arte de manutenção de motocicletas" - não é sobre liderança, mas é sobre valores.

Será que estou errado em fazer esta pergunta?



Atenciosamente,

Haroldo Kennedy Clebicar Nogueira


p.s.

a iconografia que o sr. usa em referência aos dinossauros, eu entendo sob o aspecto da extinção, mas sobre a metáfora que eles eram inertes ou ineficazes, não faz muita justiça à aquelas criaturas, pois eles viveram aqui na terra por 200 milhões de anos, e a única metáfora que realmente pode fazer justiça, é que eles foram instintos, junto com os outros 90% de todas as espécies. E certamente foi um cataclisma, pela mudança de temperatura (meteoro), vírus, ou as duas juntas. E antes dos dinossauros, período jurássico, existiu também o cambriano, há 600 milhões de anos. Que também por outro cataclisma, 99% das espécies foram aniquiladas. Estas também eram altamente especializadas. Lembrando que o uso do termo especialização, pressupõe-se que TODAS as espécies passaram também por períodos de adaptação e mudança para chegarem a condição de especialistas. Um exemplo é o tubarão, que tem sensores eletromagnéticos para caçar suas presas, e todos os outros sentidos, exceto a visão, muito apurados.

Sobre a questão do princípio de "conforto", já que tenho uma filha de quase 3 anos, que imagino que todas gostem de "conforto". Palavra que uso na amplitude máxima da sua significação: temperatura, espírito, emocional, material (e porque não?), moradia, alimentar, etc...Imagino que a manifestação de procurar algo diferente não é do "espírito" de uma criança, nem mesmo de um adulto com família. Este espírito inovador e não apegado à regras somente pode ser achado em pessoas que tem um bom "back-up", ou suporte (ou poderia ser a palavra: conforto?) econômico, emocional, material, ... Para que ele não se preocupasse com as rotinas do dia-a-dia. Geralmente jovens entre os 19 e 25 anos, inseridos num lugar ou bem calmo ou muito estressante, depende do ser humano que se deseja ter depois de extraído dele suas idéias. Um adulto com idéias imaginativas poderia ser muito bem taxado como um "lunático" ou pejorativamente, tendo "visões" não realistas para quem não consegue acompanhar seus devaneios. Posso citar com precisão a história de Mozart, um "gênio" da música, mas em sua época, que foi antes do romantismo e o surgimento do individualismo moderno, um louco, tratado pela corte francesa como um criado (igual a um serviçal qualquer, pois era o custume da época). Mais sorte teve Beethoven, que nasceu simplesmente 30 anos depois de Mozart, e foi considerado em vida, "gênio".

"Espíritos Evoluídos"

Há alguns anos, nas olimpíadas especiais de Seattle, nove participantes,todos com deficiência mental, alinharam-se para a largada da corrida dos 100
metros rasos. Ao sinal, todos partiram, não exatamente em disparada, mas com vontade de dar o melhor de si, terminar a corrida e ganhar. Um dos garotos tropeçou no asfalto, caiu e começou a chorar.

Os outros oito ouviram o choro. Diminuíram o passo e olharam para trás.Então viraram e voltaram. Todos eles. Uma das meninas com Síndrome de Down ajoelhou, deu um beijo no garoto e disse:

- Pronto, agora vai sarar!

E todos os noves competidores deram os braços e andaram juntos até a linha de chegada. O estádio inteiro levantou e os aplausos duraram muitos
minutos... Talvez os atletas fossem deficientes mentais... Mas com certeza, não eram deficientes espirituais...

" Isso porque, lá no fundo, todos nós sabemos que o que importa nesta vida, mais do que ganhar sozinho é ajudar os outros a vencer, mesmo que isso
signifique diminuir os nossos passos..."

"Procure ser uma pessoa de valor, em vez de procurar ser uma pessoa de sucesso. O sucesso é consequência."

(Albert Einstein)


o texto acima, recebi pela internet e espero que minha filha, Maria Eduarda, siga esta orientação, pelo menos se depender de mim.

POR TUDO QUE TENS PASSADO NA TUA VIDA... EU TE COMPREENDO!

Eu sei das tuas tensões, dos teus vazios e da tua inquietude. Eu sei da luta
que tens travado à procura de paz. Sei também das tuas dificuldades para
alcançá-la. Sei das tuas quedas, dos teus propósitos não cumpridos, das tuas
vacilações e dos teus desânimos. Eu te compreendo...

Imagino o quanto tens tentado para resolver as tuas preocupações
profissionais, familiares, afetivas, financeiras e sociais. Imagino que o
mundo, de vez em quando, parece-te um grande peso que te sentes obrigado a
carregar. E tantas vezes, sem medir esforços. Eu conheço as tuas dúvidas, as
dúvidas da natureza humana. Percebo como te sentes pequeno quando teus
sonhos acalentados vão por terra, quando tuas expectativas não são
correspondidas. E essas inseguranças com o amanhã? E aquela inquietação
atroz em não saberes se amanhã as pessoas que hoje te rodeiam ainda estarão
contigo? De não saberes se reconhecerão o teu trabalho, se reconhecerão o
teu esforço. E, por tudo isto, sofres, e te sentes como um barco sozinho num
mar imenso e agitado. E não ignoro que, muitas vezes, sentes uma profunda
carência de amor. Quantas vezes pensaste em resolver definitivamente os teus
conflitos no trabalho ou em casa. E nem sempre encontraste a receptividade
esperada ou não tiveste força para encaminhar a tua proposta. Eu sei o
quanto te dói os teus limites humanos e quanto, às vezes, te parece difícil
uma harmonia íntima. E não poucas vezes, a descrença toma conta do teu
coração. Eu te compreendo...

Compreendo até tuas mágoas, a tristeza pelo que te fizeram, a tristeza pela
incompreensão que te dispensaram, pelas ingratidões, pelas ofensas, pela
palavras rudes que recebeste. Compreendo até as tuas saudades e lembranças.
Saudade daqueles que se afastaram de ti, saudade dos teus tempos felizes,
saudade daquilo que não volta nunca mais... E os teus medos? Medo de
perderes o que possuis, medo de não seres bom para aqueles que te cercam,
medo de não agradares devidamente às pessoas, medo de não dares conta, medo
de que descubram o teu íntimo, medo de que alguém descubra as tuas verdades
e as tuas mentiras, medo de não conseguires realizar o que planejaste, medo
de expressares os teus sentimentos, medo de que te interpretem mal. Eu
compreendo esses e todos os outros medos que tens dentro de ti. Sou capaz de
entender também os teus remorsos, as faltas que cometeste, o sentimento de
culpa pelos pequenos ou grandes erros que praticaste na tua vida. E sei que,
por causa de tudo isso, às vezes te encontras num profundo sentimento de
solidão. É quando as coisas perdem a cor, perdem o gosto, e te vês envolto
numa fina camada de indiferença pela vida. Refiro-me àquela tua sensação de
isolamento, como se o mundo inteiro fosse indiferente às tuas necessidades e
ao teu cansaço. E nesse estado, és envolvido pelo tédio e cada ação ou
obrigação exige de ti um grande esforço. Sei até das tuas sensações de
estares acorrentado, preso; preso às normas, aos padrões estabelecidos, às
rotineiras obrigações: "Eu gostaria de... mas eu tenho que trabalhar, tenho
que ajudar, tenho que cuidar de, tenho que resolver, tenho que...". Eu te
compreendendo...

Compreendo os teus sacrifícios. E a quantas coisas tens renunciado, de
quantos anseios tens aberto mão!... E sempre acham que é pouco... Pouca
coisa tens feito por ti e tua vida, quase toda ela, tem sido afinal dedicada
a satisfazer outras pessoas. Sei do teu esforço em ajudar às outras pessoas
e sei que isso é a semente de tuas decepções. Sei que, nas tuas horas mais
amargas, até a revolta aflora em teu coração. Revolta com a injustiça do
mundo, revolta com a fome, as guerras, a competição entre os homens, com a
loucura dos que detêm o poder, com a falsidade de muitos, com a repressão
social e com a desonestidade. Por tudo isso, carregas um grau excessivo de
tensões, de angústia e de ansiedade. Sonhas com uma vida melhor, mais calma,
mais significativa. Sei também que tens belos planos para o amanhã. Sei que
queres apenas um pouco de segurança, seja financeira ou emocional, e sei que
lutas por ela. Mas, mesmo assim, tuas tensões continuam presentes. E tu
percebes estas tensões nas tuas insônias ou no sono excessivo, na ausência
de fome ou na fome excessiva, na ausência de desejo para o sexo ou no desejo
sexual excessivo. O fato é que carregas e acumulas tensões sobre tensões:
tensões no trabalho, nas exigências e autoritarismos de alguns, nas
condições inadequadas de salário e na inexistência de motivação, nos
ambientes tóxicos das empresas, na inveja dos colegas, no que dizem por
trás. Tensões na família, nas dependências devoradoras dos que habitam a
mesma casa; nos conflitos e brigas constantes, onde todos querem ter razão;
no desrespeito à tua individualidade, no controle e cobrança das tuas ações.
Eu te compreendo, e te compreendo mesmo.

E apesar de compreender-te totalmente, quero dizer-te algo muito importante.

Escuta agora com o coração o que te vou dizer: Eu te compreendo, mas não te
apóio! Tu és o único responsável por todos estes sentimentos. A vida te foi
dada de graça e existem em ti remédios para todos os teus males. Se, no
entanto, preferes a autocomiseração ao invés de mobilizares as tuas energias
interiores, então nada posso te oferecer. Se preferes sonhar com um mundo
perfeito, ao invés de te defrontares com os limites de um mundo falho e
humano, nada posso te oferecer. Se preferes lamentar o teu passado e
encontrar nele desculpas para a tua falta de vontade de crescer; se optaste
por tentar controlar o futuro, o que jamais controlarás com todas as suas
incertezas; se resolveste responsabilizar as pessoas que te rodeiam pela tua
incompetência em tratar com os aspectos negativos delas, em nada posso te
ajudar. Se trocaste o auto-apoio pelo apoio e reconhecimento do teu
ambiente, então nada posso te oferecer. Se queres ter razão em tudo que
pensas; se queres obter piedade pelo que sentes; se queres a aprovação
integral em tudo que fazes; se escolheste abrir mão da tua própria vida, em
nome do falso amor, para comprares o reconhecimento dos outros, através de
renúncias e sacrifícios, nada posso te oferecer. Se entendeste mal a regra
máxima "Amar ao próximo como a ti mesmo", esquecendo-te de amar a ti mesmo,
em nada posso te ajudar. Se não tens um mínimo de coragem para estar com
teus próprios sentimentos, sejam agradáveis ou dolorosos; se não tens um
mínimo de humildade para te perdoares pelas tuas imperfeições; se desejas
impressionar os outros e angariar a simpatia para teus sofrimentos; se não
sabes pedir ajuda e aprender com os que sabem mais do que tu; se preferes
sonhar, ao invés de viver, ignorando que a vida é feita de altos e baixos,
nada posso te oferecer. Se achas que pelo teu desespero as coisas
acontecerão magicamente; se usas a imperfeição do mundo para justificar as
tuas próprias imperfeições; se queres ser onipotente, quando de fato és
simplesmente humano; se preferes proteção à tua própria liberdade; se
interiorizaste em ti desejos torturadores; se deixaste imprimirem-se em tua
mente venenosas ordens de: "Apressa-te!", "Não erres nunca!", "Agrada
sempre!"; se escolheste atender às expectativas de todas as pessoas; se és
incapaz de dar um "Não!" quando necessário, em nada posso te ajudar. Se
pensas ser possível controlar o que os outros pensam de ti; se pensas ser
possível controlar o que os outros sentem a teu respeito; se pensas ser
possível controlar o que os outros fazem; se queres acreditar que existe
segurança fora de ti, repito: Eu te compreendo mas, em nome do verdadeiro
amor, jamais poderia apoiar-te!

Se aspiras obter proteção quando o que precisas é liberdade; se não
descobriste que a verdadeira liberdade e a autêntica segurança são
interiores; se não sabes transformar a frase "Eu tenho que..." na frase "Eu
quero!"; se queres que o fantasma do passado continue a fechar teus olhos
para a infinidade do teu aqui e agora; se queres deixar que o fantasma do
futuro te coloque em posição de luta com o que ainda não aconteceu e,
provavelmente, não chegará a acontecer; se optaste por tratar a ti mesmo
como a um inimigo; se te falta capacidade para ver a ti mesmo como alguém
que merece da tua própria parte os maiores cuidados e a maior ternura; se
desejas usar teus belos planos de mudar, de crescer, de realizar, como
instrumentos de auto-tortura; se achas que é amor o apego que cultivas pelos
teus parentes e amigos; se queres ignorar, em nome da seriedade e da
responsabilidade, a criança brincalhona que habita em ti; se alimentas a
vergonha de te enternecer diante de uma flor ou de um por de Sol; se através
da lamentação recusas a vida como dádiva e como graça, não posso te apoiar.

Mas, se apesar de todo o sono, queres despertar; se apesar de todo o
cansaço, queres caminhar; se apesar de todo o medo, queres tentar; se apesar
de toda acomodação e descrença, queres mudar, aceita então esta proposta
para a tua felicidade: a raiz de todas as tuas dificuldades são teus
pensamentos negativos. São eles que te levam para as dores das lembranças do
passado e para a inquietação do futuro. São esses pensamentos que te afastam
da experiência de contato com teu próprio corpo, com o teu presente, com o
teu aqui e agora e, portanto, distanciando-te de teu próprio coração. Tens
presentes agora as tuas emoções? Tens presente agora o fluxo da tua
respiração? Tens presente agora a batida do teu coração? Tens agora a
consciência do teu próprio corpo? Este é o passo primordial. Teu corpo é
concreto, real, presente, e é nele que o sofrimento deságua e é a partir
dele que se inicia a caminhada para a alegria. Somente através dele se
encaminha o retorno à paz. Jamais resolverás os teus problemas somente
pensando neles. Começa do mais próximo, começa pelo corpo. Através dele
chegarás ao teu centro, ao teu vazio, àquele lugar onde a semente germina.
Através da consciência corporal, galgarás caminhos jamais vistos, entrarás
em contato com os teus sentimentos, perceberás o mundo tal como é e agirás
de acordo com a naturalidade da vida. Assume o teu corpo e os teus
sentimentos, por mais dolorosos que sejam; assume e observa-os, simplesmente
observa-os. Não tentes mudar nada, sê apenas a tua dor. Presta atenção, não
negues a tua dor. Para que fingir estar alegre se estás triste? Para que
fingir coragem se estás com medo? Para que fingir amor se estás com ódio?
Para que fingir paz se estás angustiado? Não lutes contra teus sentimentos,
fica do teu próprio lado, deixa a dor acontecer, como deixas acontecer os
bons momentos. Pára, deixa que as coisas sejam exatamente como são. Entra
nos teus sentimentos sem os julgar, não fujas deles, não os evites, não
queiras resolvê-los escapando deles - depois terás de te encontrar com eles
novamente, é apenas um adiamento, uma prorrogação. Torna-te presente, por
mais que te doa. E, se assim fizeres, algo de muito belo acontecerá! Assim
como a noite veio, ela também se irá e então testemunharás o nascer do dia,
pois à noite o Sol escurece até a meia-noite e, a partir daí, começa um novo
dia. Se assim fizeres, sentirás brotar de dentro de ti uma força que
desconhecias e te sentirás renovado na esperança e a vida entrando em ti. Se
assim fizeres, entenderás com o coração que a semente morre antes de
germinar e que a morte antecede a vida.

"Aqueles que sonham de dia estão cientes de muitas coisas que escapam aos que sonham somente a noite."
autor desconhecido, recebi pela internet.

Trocando os pés pelas mãos

Um dia me perguntaram por que meu apelido é “Tuiuiu”. Respondi que era por causa do meu modo atrapalhado de ser. E para quem só conhece o pássaro símbolo do pantanal pela sua plumagem branca, vermelha e preta ( ele é conhecido também como Jaburú) outra característica dele é sua grande abertura de asas com uma aterrizagem QUASE SEMPRE DESASTROSA. Daí o meu apelido!!

No segundo texto abaixo, o assunto é sobre a rapidez que temos que pensar, decitir , executar, e construir as coisas do dia-a-dia, principalmente no trabalho!

Não sou adepto a nenhuma filosofia “atávica”, para ser mais claro: “pau que nasce torto morre torto…” Sabemos do grande poder de sugestão que podemos fazer sobre nós mesmos e para os outros (principalmente os que não tem uma base sólida) , para não fugir ao assunto principal não entrarei neste tema neste texto! Tenho uma forte intuição de que a grande maioria das pessoas, seja nas relações de trabalho, em casa, numa viagem de férias, tenta fugir da natureza essencial do ser humano: o prazer de fazer o que gosta e ainda do seu jeito peculiar, como se fosse sua assinatura! E sei também para quem tem uma família para criar o peso da responsabilidade é muito grande para não sermos fiéis também a uma hierarquia!

Daí vem alguém lá do hemisfério norte e nos diz como devemos trabalhar aqui no hemesfério sull! Como a fonte do dinheiro está com eles, todos os que tem poder de mandar aqui no nosso hemisfério segue exatamente a cartilha!
Estamos perdendo o que é mais importante na vida e que nenhum dinheiro até hoje comprou: a possibilidade de vivermos bem com os nossos próximos e ainda por mais tempo!

De vez em quando somos um “Tuiuiu” querendo acertar a aterrisagem só que ao contrário: TENTAMOS FAZER TUDO COM PRESSA, MUITO OBJETIVAMENTE, NÃO PODEMOS ERRAR!

USAMOS AS FRASES TÍPICAS DO MUNDO CONTENPORÂNEO:

AQUELE JOGADOR NÃO PODE ERRAR O PENALTI , ELE É PROFISSIONAL, GANHA PARA MARCAR GOLS…(“PÔ ATÉ UM FARIA CONVERTERIA AQUELE GOL…”)

O MÉDICO NÃO PODE ERRAR, ELE ESTÁ LIDANDO COM VIDAS HUMANAS… (“ELE FEZ UM JURAMENTO…”)

O PEDREIRO NÃO PODE ERRAR O ASSENTAMENTO DE UMA PAREDE, É A PROFISSÃO DELE! (“Uma parede simples…”).


Exitem pessoas que não se encaixam totalmente nesta mudança ou nesta filosofia “fast food”. Quando elas temtam se enquadrar acabam trocando os “pés pelas mãos”.

No meu caso particular : ASSIM COMO O TUIUIU, TENTAREI SEGUIR A MINHA NATUREZA, TENTANDO MINIMIZAR MEUS TOMBOS NA HORA DA ATERRISAGEM, SEM MACHUCAR OS FILHOTES, QUEBRAR OS OVOS OU TROMBAR COM OUTRO DA MINHA ESPÉCIE.


POIS AFINAL SE O POUSO DO TUIUIU FOSSE PREJUDICIAL A ESPÉCIE, ELE NÃO ESTARIA CONOSCO!





“De vez em quando trocamos os pés pelas mãos, principalmente quando fugimos da nossa natureza!”

A escolha

Escolha?* O que? Não tendes nada a escolher!* Querei ser atirados à torre da prisão e passar fome até virardes nada, esperando que toques a trombeta do juízo final? Quereis esfalfar-vos e sofrer no cabo de uma pá ou de um enxadão só para conseguir um pedacinho de pão seco? Quereis mendigar um almoço magro á janela das pessoas no papel de cantor ambulante? Ou quereis vestir coturnos – e aí a pergunta restringe-se ao fato de poder ou não confiar em vós – e vi até lá embaixo lamber as botas e o humor hipocondríaco de um cabo de esquadra local? Ou talvez dançar segundo a músiquinha do tambor militar com o rabo entre as pernas? Ou talvez ainda remar nas galeras sentindo o peso de um navio inteiro pender de vossos braços? Vede, são estas vossas escolhas... Aí estão todas as vossas opções!


Spiegelberg- personagem da peça de Shiller – Os Bandoleiros, um dos ladrões.

Quando somos pacientes

"Quando somos pacientes, coisas que normalmente consideraríamos muito dolorosas acabam não parecendo tão ruins. Ao contrário, quando não existe a tolerância paciente, até as menores contrariedades parecem insuportáveis. Tudo depende de nossa atitude diante dos fatos." trecho extraído do livro "Palavras de sabedoria"

de Dalai-Lama


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