|
"SEMPRE QUE VOCE PERCEBER A SOCIEDADE EM CONFLITO COM A SUA NATUREZA, ESCOLHA A NATUREZA, NÃO IMPORTA O CUSTO. ASSIM, VOCE NUNCA SERÁ UM PERDEDOR"
Até o momento o pensamento geral é que o indivíduo existe para a sociedade, que o indivíduo precisa seguir o que a sociedade dita, que o indivíduo precisa se ajustar à sociedade. Esta se tornou a definição de um ser humano normal: aquele que se ajusta à sociedade. Mesmo se a sociedade for insana, voce precisará se ajustar a ela; assim voce será normal. Este é um mundo de cabeça para baixo. Deveria ser justamente o inverso. O indivíduo não existe para a sociedade, é a sociedade que existe para o indivíduo. Como a sociedade é apenas uma instituição, ela não tem alma. O indivíduo tem uma alma, é o centro consciente.
( Palavras de OSHO, extraídas de 365 meditações diárias, editora verus, pg.9).
"Não dê importância à opinião do vulgo, mas somente aos que vivem segundo a natureza. Não faça o menor caso de gente que não satisfaz a si mesma. Quem teme a censura e busca os aplausos dos que não sabem nem onde estão nem o que são, o que te parece?"
( Do imperador filósofo Marco Aurélio, extraído de meditações, editora martin claret, pags.29 e 84 )
Um sujeito estava colocando flores no túmulo de um parente, quando vê um chinês deixando um prato de arroz na lápide ao lado.
Ele se vira para o chinês e pergunta:
- Desculpe, mas o senhor acha mesmo que o defunto virá comer o arroz?
E o chinês responde:
- Sim, quando o seu vier cheirar as flores...
"Respeitar a opção do próximo, em qualquer aspecto, é uma das maiores virtudes que um ser humano pode ter."
Tenho amigos que me trazem alegria, amigos que me trazem tristeza, amigos que falam alto, amigos que falam baixo, amigos que nem falam, amigos "ninja", amigos que gostam de aparecer, amigos que gostam de desaparecer, amigos bicudos, amigos cisudos, amigos que gostam de serem felizes, amigos que gostam de sofrer, amigos pobres, amigos ricos, amigos pobres de espírito, amigos espirituosos, amigos irmão, irmãos amigo, amigos pais, pais amigos, amigos cegos, amigos que não querem ver, amigos que vêem demais, amigos surdos, amigos que escutam demais, amigos que não pensam, amigos que pensam demais, amigos rápidos, amigos lentos, amigos filósofos da vida, amigos letrados, amigos que assinam com o dedo, amigos escritores, amigos delatores, amigos fotógrafos, amigos xenófabos, amigos engenheiros, amigos discretos, amigos complexos, amigos elegantes, amigos diretos, amigos prolíxos, amigos homesexuais, amigos heterosexuais, amigos ortodoxos, amigos heterodoxos, neo-amigos, velhos amigos, amigos do peito, amigos da onça, amigos da cidade, amigos de escola, amigos do ônibus, amigos da rua, amigos do prédio, amigos de casa, amigos para sempre, amigos para nunca mais, amigos separados, amigos casados, amigos solteiros, amigos CDF´s, amigos porra-louca, amigos bicho-grilo, amigos petistas, amigos neo-nazistas, amigos humanistas, amigos misântropos, amigos extrovertidos, amigos legais, amigos fumumantes (cancerígeno), não-fumantes, amigos judeus, amigos hindus, amigos mulçumanos, amigos evangélicos, amigos cristãos, amigos ateus (além de pais ateus), amigos verdadeiros, verdadeiros amigos, amigos falsos, falsos amigos, colegas de serviço, colegas de infortúnio, amigos inteligentes, amigos esforçados, amigos autênticos, amigos "made in Paraguay", amigos patrões, amigos empregados, amigos desempregados, amigos capitalistas, amigos empresários, amigos proletários, amigos operários, amigos responsáveis, amigos irresponsáveis, amigos do povo, amigos de si mesmo, amigos irremediáveis, amigos genéricos, amigos ministros, amigos menestréis. amigos folgados, amigos atolados. E os amigos no ponto, que são aqueles que estão entre um ponto ao outro dos citados.
Pessoas que conheço apenas pelas profissões que exercem e não pelo que têm ou são... talvez o mais inacreditável de tudo é que por um pedaço de tempo pequeno de todas as suas vidas eles podem ser iguais a todos os sêres humanos da terra, mas ao mesmo tempo únicos, pois podem mante uma relação de igual para igual para com o outro do seu lado, e no fundo temos uma única certeza: que todos nós temos os mesmos anseios: viver e trocar experiências. E certamente um destes citados acima sou eu para alguns dos meus amigos que também são quase todos desta lista também.
Num dia lindo e ensolarado um velhinho judeu saiu de sua loja com seus livros e arquivos e pôs-se a trabalhar, bem concentrado, numa mesa posta em frente a sua loja de sabões perfumados, conhecidos como os sabões mais suaves e perfumados da Alemanha. Isto tudo em 1939, antes do início da I Guerra Mundial.
Pouco depois passou por ali uma soldado alemão, e viu aquele velhinho tão distraído, que sua mão chegou a coçar para pegar a pistola automática em seu coldre.
No entanto, ele ficou intrigado com a atividade do velho judeu e aproximou-se curiosamente:
- “Seu judeu imundo, o que você está fazendo aí, não sabe que a lei não te permite ficar na calçada?”
- “Estou redigindo a minha tese de doutorado, disse o velho judeu, sem tirar os
olhos do trabalho”.
- Hummmm... e qual é o tema da sua tese, perguntou o soldado?
- “Ah, é uma teoria provando que os judeus são a raça mais pura e inteligente sobre a terra.”
O soldado ficou indignado:
- “Ora!!! Isso é ridículo!!! Nós é que somos os povo mais puro da terra, somos os verdadeiros arianos!”
- “Absolutamente! Disse o velho judeu. Venha comigo à minha casa que eu te mostro minha prova experimental.”
O velho judeu e o soldado entram para os fundos da casa, de repente escuta-se um barulho semelhante a um relâmpago, mas sem o barulho comum do trovão e... silêncio.
Em seguida, o judeu volta, sozinho, e mais uma vez retoma aos trabalhos de sua tese, como se nada tivesse acontecido.
Meia hora depois passa um agente da Gestapo, a polícia secreta de Hitler.
Ao ver velho judeu a trabalhar tão distraído, agradece mentalmente pela chance de poder dentro da lei humilhar e até mesmo matar o pobre velhinho judeu, logo no início da manhã. No entanto, o agente da Gestapo acha muito curioso um judeu trabalhando naquela concentração toda na frente de sua loja, já que é proibido por lei judeus terem seu próprio negócio. Então queria saber do que se tratava aquilo tudo, antes de levá-lo para o interrogatório.
- “Hi Hitler, judeu imundo!. O que o faz a trabalhar tão arduamente na rua exposto e na frente da sua loja?”.
- “Minha tese de doutorado. É uma teoria que venho desenvolvendo há
algum tempo e que prova que nós, os judeus, somos o povo escolhido por Deus, entre todas as nações do mundo.”
O agente da Gestapo não se conteve com a petulância do judeu:
- “Ah! Ah! Seu judeu imundo! Isto é um despropósito. Nós, os nazistas, é que
somos os genuínos merecedores desta terra. Esta nação é grande por nossa causa.”
- “Aliás, chega de conversa...”, disse o agente.
- “Desculpe-me, mas se você quiser eu posso apresentar a minha prova
experimental. Você gostaria de acompanhar-me a minha loja?”, disse o velho judeu.
O agente da Gestapo não consegue acreditar na sua boa sorte, eliminar mais um judeu logo pela manhã. Ambos desaparecem toca adentro.
Alguns instantes depois ouvem-se novamente um barulho como um relâmpago, sem o barulho comum do trovão e... silêncio.
Mais uma vez o judeu retorna sozinho, e impassível volta ao trabalho de
redação da sua tese, como se nada tivesse acontecido.
Nosso olhar é lançado pela loja adentro do velho judeu, e vê-se uma enorme pilha de ossos boiando numa enorme panela, como se fosse uma grande sopa de gordura quente do que restou de diversos ex-soldados e, também daquilo que um dia foram agentes da Gestapo.
Mexendo naquele grande caldo quente, que é a fonte de matéria prima dos sabonetes famosos do velho judeu, está DEUS, bem contente e satisfeito, remexendo, para lá e para cá o grande caldo de gordura humana quente...
MORAL DA HISTÓRIA:
1. Não importa quão absurdo seja o tema de sua tese;
2. Não importa se você não tem o mínimo fundamento científico;
3. Não importa se os seus experimentos nunca cheguem a provar sua teoria;
4. Não importa nem mesmo se suas idéias vão contra o mais óbvio dos conceitos lógicos;
5. O que importa é "QUEM ESTÁ APOIANDO SUA TESE"...
Below is an exerpt from an article appearing in Discover Magazine in 1985 written by Stephan Jay Gould.
In 1982, I learned I was suffering from a rare and serious cancer. After surgery, I asked my doctor what the best technical literature on the cancer was. She told me, with a touch of diplomacy, that there was nothing really worth reading. I soon realized why she had offered that humane advice: my cancer is incurable, with a median mortality of eight months after discovery.
The problem may be briefly stated: What does "median mortality of eight months" signify in our vernacular? I suspect that most people, without training in statistics, would read such a statement as "I will probably be dead in eight months" ....
I'd like for you to discuss the following topics related to this excerpt.
· What does a median mortality of eight months mean? And if you have cancer, how should you interpret it?
· Is this information about the median useful to you? Why or why not?
· What information would be useful to you?
· Is any "statistical information" about cancer mortality useful to you?
New Message to the class! I have extended the deadline for Friday postings this week to Sunday night. Today you can either make a contribution to the discussion, or make a summary post, or both! Remember to include the word "SUMMARY" in your summary post.
The summary post should tell me what the main statistical concepts were in this problem, and how you addressed them. You don't need to give me a running commentary of what the group did. Mostly, I want you to tell me what you think you were supposed to learn and what you learned by talking about this topic.
Comentário:
Meu interesse pelos artigos de Stephan Jay Gould, e seus livros não foi à toa!
Segundo Ernest Hemewigway:
"A única pessoa do mundo que podemos dizer que vive é o toureiro!"
Conforme a figura, eu prefiro não estar no seu "trazeiro", ugh! (engole).

"Encontrei hoje em ruas, separadamente, dois amigos meus que se haviam zangado um com o outro. Cada um me contou a narrativa de por que se haviam zangado.Cada um me disse a verdade. Cada um em contou as suas razões. Ambos tinham razão. Ambos tinham toda a razão. Não era que um via uma coisa e outro outra, ou que um via um lado das coisas e outro um lado diferente. Não: cada um via as coisas exatamente como se haviam passado, cada um as via com um critério idêntico ao do outro, mas cada um via uma coisa diferente, e cada um, portanto, tinha razão. Fiquei confuso desta dupla existência da verdade."
Fernando Pessoa, nota solta, não assinada.
“...A condenação pela igreja católica de várias hipóteses científicas e a de alguns defensores dessas hipóteses, juntamente com a percepção de que o sistema copernicana e a visão mecanicista do universo contradiziam dogmas católicos foram durante muito tempo interpretados como um claro sinal de que o catolicismo fora um obstáculo ao nascimento da ciência moderna. Portanto, os países europeus que nos quais a igreja católica perdera terreno para o protestantismo, como na Inglaterra e Holanda, teriam tido, segundo este esquema interpretativo, um campo mais aberto à transformação de idéias e comportamentos, que não tiveram lugar em Portugal e na Espanha, para citar alguns. Merton, na esteira de Weber, defendeu que a ética protestante foi um fator decisivo não só para a formação do espírito capitalista, mas particularmente para desenvolvimento da ciência nestes países. Os valores comungados pelos puritanos, por exemplo , a ênfase na justificação através das obras e na direta comunhão com Deus através da natureza, teriam incentivado o interesse pela ciência, em seus aspectos experimental, intrumental e utilitário que a caracterizam no século XVII....”
Francis Bacon e a Fundamentação da Ciência como Tecnologia
Tese de doutoramento de Bernardo Jefferson de Oliveira, publicada pela Editora UFMG, BH,2002
Veja a matéria de Dora Kremer: [b]Borbulhas Internacionais - Dora Kramer [/b]
Depois veja a matéria na Folha de São Paulo: "[b]Ondas e mulheres [/b]", de Carlos Heitor Cony.
E leia a minha meu comentário dos dois textos:"[b]O melhor do Brasil são as Brasileiras[/b]"
Leia antes na Folha de São Paulo: "[b]Ondas e mulheres [/b]", de Carlos Heitor Cony.
Nossas brasileiras:
Nossos juros:
O retrato da educação de nosso presidente é o retrato do Brasil.
Foi a geração da tecnocracia (leiasse: período militar) que criou o estudo por "reflexo condicionado".
Pouca leitura e muito achismos, modismos, casuísmos, enfim todos os "ismos". Enquanto os filhos deles podiam ter livros ditos "subversivos", o povo, não podia ver ou ler nada que fizesse a mente ser inquisitiva. O Brasil precisava de robôs humanos com célebro limitado a apertar parafusos e fazer solda em chapas de ferro (automóveis).
Por lado nos EUA, o estudo valorizou o pensar nas BOAS escolas, em detrimento as matérias básicas,
como física, geografia, matemática, temos o inverso no país, no período da "ditadura", digo tecnocracia, investiu-se nestas matérias, em detrimento do "creare", pensar por si mesmo! Existem hoje programas de melhoria dos esdudos em física e matemática, e geografia. Mas lá não é o melhor lugar para se comparar, pois ao contrário de nós, a maioria ainda vive em berço explêndido. Falemos como base um país que era como o nosso: a [b]Coréia do Sul[b].
Meu pai teve melhor sorte, estudou geografia, química, literatura, latim, francês, inglês...Voltou a estudar depois dos 30 anos. Formou-se em Administração, Letras e Direito com 5 filhos e uma esposa de difícil temperamento.
A geração de meu irmão caçula (24 anos), experimenta uma reforma do estudo que vai de mal a pior, escolheu-se um modelo dito como "construtivista".
A filosofia é ótima, mas os meios físicos dados não o são. Os alunos não ficam em tempo integral na escola, muito menos os professores. Este últimos são mal pagos, ao contrário do setor privado. Como eles vão fazer suas perguntas e o professor ensina-los com "sabor", ou seja, com gosto?
Se adotássemos mesmo uma política para levar nosso país nos próximos 20 anos como uma 2a. Coréia do Sul, por exemplo, teríamos que começar já, e adotando uma política forte em educação, não só uma filosofia, pois esta não enche barriga, nem responde as mentes inquisitivas que nossas crianças deveriam ter ou têm.
Enquanto isto, os grande maioria dos pais trabalhadores, relegam a educação de suas crianças para a TELEVISÃO, que só ensinam refrões das músicas da "garrafa", "bondinho do tigrão", musiquinha da "Xuxa", etc...
Elas vão dançar direitinho, cêdo e mais tarde! Daqui há vinte anos, vai ter chinês falando melhor português que nossos netos, e quem sabe, até dando aula para eles.
|
Search This Site
Syndicate this blog site
Powered by BlogEasy
Free Blog Hosting
|