Leia somente as "orelhas" dos livros 

Leia somente as "orelhas" dos livros

Para conhecer todos os livros, basta ler a introdução e depois o final, pois tudo que está no meio é encheção de linguiça!
Nossa sociedade parece caminhar para esta forma de pensar e agir. Quem escreveu um livro sublime sobre este tema foi nosso escritor míupe e portenho: Luís Borges.
Acho que o mundo está ávido demais pelo aspecto da rapidez (que alguns confundem com resultados, estas palavras não são sinônimas), as pessoas querem ver os minutos finais antes do "The End". O primeiro capítulo da novela e o último. Nas empresas os textos feitos logo procuram no final a palavra: "CONCLUSÃO". Os e-mail se forem muito compridos tem um botão que simplifica o texto enviado: "DELETAR".
Os operadores da bolsa e investidores procuram um índice somente, um número, se ele contiver 10 zeros será formidável...mas todos anseam por uma inflação ou juros de um dígito: ou seja zero!
Mas esquecem que "Deus está nos detalhes", [/b]"Ele não joga dados!"[/b] mas é tem um grande senso de humor, pois ele é muito sutil.. brinca conosco feito uma criança. Creio que a criança foi feita à imagem de Deus, e não o homem à imagem de Deus, alguém modificou o texto original, por pura vergonha e vaidade!

Um exemplo foi minha cirurgia, que poderia acontecer a qualquer parente nosso:

Um exemplo que eu vivi na minha cirurgia, ainda bem que o médico leu todas as informações necessárias das análises de sangue e os exames abdominais (o exame apontava uma pedra, quando ele me abriu, encontrou 3. Sou muito grato pela dupla cirurgia que ele fez em mim. Principalmente por que ele poderia fazer uma mudança de sexo em mim (sem eu pedir é lógico) ou em qualquer outro paciente sem se dar conta disto, se ele fosse uma pessoa comum. Mas certamente Deus lhe deu um grande dom, e ele tem consciência disto.[depois que escrivi isto, já fiz mais 2 cirurgias]

Mas imaginemos outro caso:

temos agora o exemplo real ocorrido recentemente com um juiz, num processo de crime hediondo, levado à juri "popular".
Os arquivos dos processos geralmente são extensos. Mas para desnortear o juri popular, a defensoria usa um direito que o réu tem, de se fazer ler todo o processo, neste caso durou cerca de 3 dias para ler.
Quando se faz isto, o "juri popular" - o nome ja diz tudo - fica perdido e desorientado com tanta informação, que acaba absolvendo o réu alegando até falta de provas.
Todos sabem da "armação" da defesa, mas veredito de juri popular dificilmente a decisão é anulada, mesmo nas instâncias superiores, até mesmo no Supremo Tribunal em Brasília.

Mas estamos num governo que se diz democrático (não especificamento o do LULA), mas todos que se dizem assim. E democracia é fazer valer um mesmo direito à todos, é um caso estranho para uma espécie (que chamamos de humana) estranha: "tratamento igual a pessoas diferentes!".
Se as pessoas são diferentes porquê querer tratá-las igualmente?
Não é genial o sistema democrático!
Principalmente num país com tanta desigualdade de informação, cultura, educação, acesso aos direitos, saúde, educação, comida, moradia, afeto, de família!

Existe um ditado na ciências que diz: "A média não é a mediana". A parte da matemática chamada probabilidade não é uma matéria para nós humanos usarmos a nossa incrível capacidade de intuição, aliás, são poucos os matemáticos ou economistas que fazem isto com perfeição, ou bem, para não sermos muito exigentes.Dou-lhes um dever de casa. Procurem entender esta frase. Caso não consigam, eu explico com toda minha prolixidade, digo, boa vontade!

P.S.:
Mas ainda não sei se é a arte que imita a vida ou a vida que imita a arte, ou vice-versa. Mas me lembro de uma letra dos TITÃS que diz:

"só quero saber oque pode dar certo... Não tenho tempo à perder.. Só quer saber oque pode dar certo..."

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