O sofrimento - A arte de não adoecer 

O sofrimento - A arte de não adoecer

Faltou o vinho para os prisoneiros. Este tem se mostrado ótimo para a saúde, desde os tempos mais remotos, e não está na recomendação do médico Dráuzio Varella, no seu texto: A arte de não adoecer

Nada melhor para o ser humano do que ter a sensação de ser saciado, pois "nem só de pão vive o homem".

Não conheço nenhum líder que não tivesse pesadelos ou que não tivesse uma noite mal dormida, antes de uma decisão que afetaria não somente sua vida, mais de todos ao seu redor. E nenhum deles, pelo menos que eu saiba, deixaria de sê-lo por mais de um segundo.
Assim acontece com todos, mas nossa cultura ocidental, nos remete a idoladrar tais pessoas, de modo que estes não tivessem problemas.
É algo comparado a nossa busca por uma história da vida pessoal de Jesus - líder religioso somente. Não achamos nada sobre este último. Pois ele só veio a ser notado aos 30 anos, exatamente nos seus últimos 3 anos de vida terrena, quando começou a creare problemas. Ao contrário da vida terrena de Maomé - líder religioso e político - , que temos uma maior descrição de sua vida terrena, pois este se declarou somente um profeta de Deus. Diferente do nosso Jesus, o "Cristo", que se declarou Filho de Deus. Relembre o sofrimento antecipado de Jesus antes da crucificação, e diante de suas próprias profecias sobre seu julgamento e crucificação.
É normal ter problemas. O que nos remete a algumas questões inexoráveis: Temos que saber sofrer e não fugir do sofrimento, pois como se diz: "o sofrimento que não mata, fortalece".
Se uma empresa é formada de seres humanos, ela sofre como um ser humano, pois ela quase se torna um ser orgânico também.
Quem sabe este sofrimento gigantesco não é sentido por quem é sensível?

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