Ciência e Fé, água e óleo
Sobre o artigo publicado recentemente na "Folha de São Paulo", com o título: Robôs se reproduzem como sêres vivos
Eis minha opnião sobre o assunto:
Uma das séries de "Star Trek", era sobre este assunto. Uma inteligência "alienígena" controlava uma imensa massa cósmica que crescia exponencialmente na galáxia e capturava tudo ao seu redor, dirigindo-se ao nosso planetinha Terra. No fim do filme, descobre-se que a base desta inteligência foi concebida pela própria NASA. Era uma de suas sondas lançadas ao espaço muitas centenas de anos antes, talvez a "Voyager". Esta massa cósmica, queria saber quem a criou. É o velho debate criado há 100 anos em "Frankeinstein", de Mary Shelley (com apenas 19 anos, mas o amadurecimento de uma mulher de 30 ou mais), ou agora com a série "Star Wars", filho (SkyWalker, o que caminha nas estrelas) X pai (Darth Vader, note a semelhança de pai, Vater, em alemão), criatura X criador, homem x natureza, homem X Deus...
Conclusão:
Em termos práticos é a base do romance de "Frankeinstein", o filho voltará para conhecer o pai, o criador. Tal como nós transcendentalmente temos procurado a existência de QUEM nos criou! Isto gera um círculo vicioso cosmológico. Alguns procuram na ciência (as sondas planetárias e suas informações) a resposta. Outros procuram na religião, a resposta que deve vir pela fé, sem provas, pois mesmo se alguém hoje pudesse voltar no tempo e "FILMAR" as últimas 12 horas de [B]Jesus Cristo[/B], estou certo que ninguém acreditaria nas "provas". Mas nas informações da CIÊNCIA, objetiva, a princípio, muitos acreditam, pois temos uma resposta visível, que não mexe com nossa fé. Mas se um dia encontrarmos um ser alienígena, com inteligência, tudo o que aprendemos será questionado ou será confirmado, ou, os dois, como ainda se faz com a "Teoria da Evolução" de Darwin e seu colega que não me lembro o nome.
"Ciência e Fé" são duas cátedras que não podemos misturar. Suas crenças foram feitas para uma complementar a outra. Quando a explicação de uma acaba, a outra deve iniciar, e vice-versa.Para usar uma metáfora quântica, lembre-se do princípio da incerteza de "Heissenberger" (não sei se é assim que se escreve). Não podemos ter a posição exata de uma partícula se temos sua velocidade, e não podemos ter a velocidade se soubermos a posição. Uma dessas grandesas é a "ciência", outra é a "religião", e a pequena partícula estudada somos nós.
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