Procurando patrocionadores 

Procurando patrocionadores

Bom dia Sra. F,

por favor, este texto que lhe envio abaixo, simplesmente é para a Sra. entender o "porquê" eu a procurei sobre a nova tecnologia de RSS ou FEEDS, para a INTRANET, mediante o uso de um software cliente. Nada mais do que tentar indicar o caminho para a pessoa (ou departamento- EX) corretos e com pêso de patrocionadores.

obrigado,

h.k.

O texto abaixo, eu o redigi no documento: "Pesquisa sobre Desenvolvimento de Sistemas Metodologia e Qualidade", no espaço livre para escrever, com algumas correções.
Caso achem pedante e não quiserem ler, apertem a tecla de resumo: "Del" .

INÍCIO:
Uma das maravilhas do mundo antigo foi os jardins suspensos da Babilônia. Num lugar projetado para ser belo e com muitas flores, seria inimaginável um processo barulhento ou com os escravos lenvando água para os jardins suspensos. Hoje não se sabe como os “engenheiros” da época resolveram o processo de bobeamento da água. Num dos documentos achados a pouco tempo, apararece o desenho de uma determinada palmeira, nativa do local. Esta árvore é ainda encontrada na região. Ela tem uma singularidade: sua casca tem um contorno que é muito parecido com uma aspiral. O sistema digamos, está parcialmente documentado, mas a ligação cultural da palmeira com o processo de bobeamento se perdeu com o tempo. Uma das teorias é que sobre o famoso documento, é que a palmeira é simplesmente a representação da rosca-sem-fim, inventada 700 anos depois pelo famoso Arquimedes. Este sim documentou com precisão sua rosca-sem-fim.
Em resumo, temos que documentar as tecnologias usando mais que simples referências tecnológicas, mas as também as referências culturais nossas e de nosso tempo, pois literalmente “o futuro estará sempre na nossa frente!”. Nossas idiossincrasias são responsáveis pela nossas idéias criativas, nossos erros, mas ao mesmo tempo podem fazer que uma boa idéia ficar perdida no tempo, esperando ser reativada, pelo desconhecimento que um dia o "outro" terá fazer uma “releitura” sobre nossa pessoa e a cultura local onde estávamos inseridos (tempo, espaço e cultura - crença, valores, etc.).
Um antigo cientista inglês da 2a. guerra mundial, que agora não me lembro o nome (o professor de Freeman Dyson), disse que: “Não podemos ser conhecidos pelo que criamos, existem os que constroem e criam e os que tomam a decisão de implementar as idéias”. Temos que acharmos uma pessoa com visão e poder de decisão e ventilarmos as idéias para que estas possam serem implementadas.
A questão de sermos (no caso eu) ou não a pessoa que deveria levar estas questões à tona (entenda-se: respeitabilidade), fica irrelevante diante de um mundo tão cheio de informações e imagens, tendo nós que fazermos o processo inverso: o de filtrar este mundo de informações, e saber qual será relevante ou não para nosso desenvolvimento, tanto pessoal, tanto profissional.

h.k.
Referências Bibliográficas: "Mundos Imaginados" - Freeman Dyson

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